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Polícia Ambiental autua SAAE de Canindé por irregularidades no sistema de tratamento

A fiscalização ocorreu na manhã deste domingo (15), na estação localizada na Rua João Sobral, no bairro Palestina, em cumprimento a uma determinação judicial.

Redação
Por: Redação Fonte: Sertão no FOCO - via: Geral TV Web
16/03/2026 às 09h10
Polícia Ambiental autua SAAE de Canindé por irregularidades no sistema de tratamento
Foto: Reprodução

A Polícia Militar Ambiental do Ceará aplicou uma multa de R$ 100 mil ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Canindé após constatar possíveis irregularidades no sistema de tratamento de água e esgoto do município.

A fiscalização ocorreu na manhã deste domingo (15), na estação localizada na Rua João Sobral, no bairro Palestina, em cumprimento a uma determinação judicial.

Dejetos estariam sendo despejados no Rio Canindé

Durante a vistoria, os policiais ambientais identificaram que resíduos que deveriam passar por tratamento adequado estariam sendo descartados diretamente no Rio Canindé, sem o devido processamento.

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De acordo com a corporação, o despejo irregular de dejetos pode provocar impactos ambientais significativos, além de comprometer a qualidade da água e afetar o ecossistema local.

Auto de infração e multa

Diante da situação, os agentes lavraram um auto de infração por crime ambiental, estabelecendo uma multa no valor de R$ 100 mil. O caso será encaminhado aos órgãos competentes para análise e adoção das medidas legais cabíveis.

SAAE ainda não se pronunciou

Até o momento, o SAAE de Canindé não divulgou posicionamento oficial sobre a autuação nem sobre as irregularidades apontadas durante a fiscalização.

Especialistas destacam que o lançamento irregular de esgoto sem tratamento em rios pode gerar consequências graves para o meio ambiente, incluindo a contaminação da água, prejuízos à fauna e flora e riscos à saúde pública. Em municípios do interior, onde muitos moradores dependem diretamente de recursos hídricos locais, esse tipo de situação pode afetar inclusive atividades como agricultura e abastecimento.

Além da multa aplicada, o caso deve ser acompanhado pelos órgãos ambientais e pelo Ministério Público, que podem determinar medidas corretivas para evitar novos danos ao meio ambiente. Entre as possíveis ações estão a adequação do sistema de tratamento, fiscalização periódica e eventuais responsabilidades administrativas ou judiciais dos envolvidos.

Entrevista: TGeral TV Web

 

 
 
 
 
 
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