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Pesquisa aponta alta rejeição a Lula e Flávio Bolsonaro e evidencia divisão no eleitorado

A pesquisa também analisou a rejeição de outros possíveis candidatos

Redação
Por: Redação Fonte: Sertão no FOCO - Aqui o foco é a notícia!
25/03/2026 às 13h11
Pesquisa aponta alta rejeição a Lula e Flávio Bolsonaro e evidencia divisão no eleitorado
Foto: Reprodução

Uma pesquisa divulgada pelo instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg nesta quarta-feira (25) revela um cenário de forte divisão política no Brasil, marcado por elevados índices de rejeição entre possíveis candidatos à Presidência da República.

Segundo o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera o índice de rejeição, com 52% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma. O número representa um aumento de 3,8 pontos percentuais em comparação com o levantamento anterior, realizado em fevereiro.

Na sequência aparece o senador Flávio Bolsonaro, que registra 46,1% de rejeição, mantendo estabilidade em relação à pesquisa anterior, com leve variação negativa de 0,3 ponto percentual.

Outros nomes também enfrentam resistência

A pesquisa também analisou a rejeição de outros possíveis candidatos. O empresário Renan Santos aparece com 42,9%, seguido pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, com 40,6%, e pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com 40,5%.

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O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, soma 38,9%, enquanto o governador do Paraná, Ratinho Júnior, aparece com 39,6%, mesmo já tendo sinalizado que não deve disputar o pleito.

Entre nomes fora da corrida direta, o ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta 48% de rejeição, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro registra 43%.

Medo de vitória reforça polarização

O levantamento também mediu a percepção dos eleitores sobre possíveis resultados eleitorais. De acordo com os dados, 47,4% dos entrevistados afirmaram temer uma eventual vitória de Lula, enquanto 44,5% disseram ter receio de um triunfo de Flávio Bolsonaro.

Os números indicam um cenário de polarização consolidada, onde a rejeição tende a desempenhar papel decisivo, especialmente em um eventual segundo turno.

Metodologia

A pesquisa ouviu 5.028 eleitores entre os dias 18 e 23 de março de 2026. O nível de confiança é de 95%, conforme padrão adotado em levantamentos eleitorais, e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).