
Canindé mais uma vez testemunha um episódio controverso no plenário da Câmara Municipal. Durante uma sessão recente, a vereadora Suely da Reserva tentou impedir a vereadora Tailana Queiroz de utilizar versículos bíblicos durante sua fala na tribuna. O episódio gerou desconforto entre os presentes e acendeu um alerta sobre a liberdade de expressão e a liberdade religiosa no espaço legislativo.
A atitude de Suely da Reserva foi vista por muitos como um desrespeito não apenas à colega parlamentar, mas também à fé cristã, que é professada por grande parte da população canindeense. Questiona-se: por que a menção à Bíblia incomoda tanto? A própria Constituição Federal garante a liberdade de crença e expressão religiosa. O Brasil não é — e não será — a Coreia do Norte, onde regimes autoritários tentam calar o nome de Deus.
“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1:16). Versículos como esse, citados por Tailana, deveriam ecoar como testemunho de fé, e não como motivo de censura.
Infelizmente, a vereadora Suely tem protagonizado momentos de tensão no Legislativo, que deveriam ser dedicados à construção de políticas públicas e ao diálogo com a população. Sua postura, segundo críticos, tem sido marcada mais por tumultos do que por contribuições concretas ao povo que a elegeu.
A tentativa de cercear a manifestação bíblica em plenário não apenas beira a intolerância, como revela uma incompreensão do papel do parlamentar — que é representar o povo em sua totalidade, inclusive na sua dimensão espiritual. “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” (Salmo 33:12), e Canindé é uma cidade de fé, de povo simples, mas firme em suas convicções.
A sociedade está atenta. O povo sabe reconhecer quem defende a verdade e quem tenta calá-la. A Bíblia não será silenciada, e Deus continuará sendo exaltado — inclusive na tribuna da Câmara Municipal de Canindé.
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