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Funeral Premium cresce entre consumidores de alta renda

Com faturamento bilionário e em expansão no Brasil, o mercado de death care aposta em funerais premium, serviços personalizados e atendimento human...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Dino
26/05/2026 às 17h01
Funeral Premium cresce entre consumidores de alta renda
Divulgação Grupo Riopae

De acordo com levantamento da Zurik Advisors, o mercado de death care brasileiro (voltado à oferta de planos, assistência e serviços funerários) movimenta cerca de R$ 13 bilhões por ano. Já nos Estados Unidos, a expectativa é que o segmento alcance faturamento de aproximadamente US$ 42 bilhões até 2027, segundo projeção da Global Absolute Markets Insights. As informações são do site InfoMoney.

Na avaliação de Vinícius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, o segmento de funerais premium destaca-se como uma das principais inovações do mercado de death care, ao incorporar serviços exclusivos, personalização e suporte ampliado às famílias durante o processo de despedida.

Segundo o executivo, fatores como o aumento da renda, a elevação do padrão de consumo, as transformações na forma como a sociedade encara o luto e o alinhamento às tendências internacionais têm impulsionado a expansão desse nicho no Brasil.

De acordo com o profissional, cresce a procura por cerimônias mais personalizadas, capazes de refletir a trajetória e os desejos manifestados em vida pelo ente querido. "O funeral premium é um diferencial, pois possibilita que cada etapa do cerimonial seja personalizada de forma que honre o legado deixado pelo ente querido e esteja de acordo com os seus desejos expressos em vida", detalha.

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O especialista observa ainda que as famílias brasileiras de alta renda têm demonstrado maior disposição para investir em serviços diferenciados. Estruturas sofisticadas, tecnologia integrada e atendimento humanizado estão entre os principais fatores valorizados, especialmente pela capacidade de oferecer acolhimento emocional e uma experiência mais personalizada em momentos de luto.

Nesse cenário, Mello destaca que o Crematório Metropolitano São João Batista, do Grupo Riopae, investe em uma proposta centrada na personalização e no acolhimento às famílias, com serviços desenvolvidos para atender diferentes desejos e necessidades durante o processo de despedida. Segundo ele, a iniciativa busca transformar o rito do luto em uma homenagem marcada pelo afeto, memória e respeito à trajetória do ente querido.

Cremação ainda enfrenta resistência e desinformação

Entre os principais equívocos ainda vinculados ao setor, o executivo destaca a percepção sobre a cremação. Segundo ele, muitas pessoas ainda enxergam o procedimento como uma alternativa inacessível, invasiva e incompatível com uma despedida digna, visão que, na prática, não reflete a evolução dos serviços e das cerimônias oferecidas atualmente.

"A cremação muitas vezes é mais acessível do que o sepultamento, e a cerimônia é mais delicada e personalizada, livre de alguns ritos que marcam a memória de quem participa, como a descida da urna ao solo, tornando a cremação uma opção mais sensível e acolhedora", detalha.

Personalização e sustentabilidade devem nortear o setor

Para os próximos anos, Mello acredita que as empresas do setor funerário deverão intensificar a adoção de novas práticas e soluções para acompanhar as mudanças no comportamento dos consumidores e atender demandas cada vez mais específicas.

De acordo com ele, a tendência é de ampliação de serviços voltados ao conforto, à personalização e ao acolhimento das famílias, sem deixar de lado o compromisso ambiental, por meio da implementação de processos mais limpos e sustentáveis.

Para mais informações, basta acessar: https://www.crematoriosaojoao.com.br/ / https://riopae.com.br/